quarta-feira, 30 de junho de 2010

Será que eu terei que dar festas para mostrar uma desilusão?

Muito espontânea a festa que uma ex-casada deu há pouco tempo atrás. Cada um faz o que quiser com sua frustração, mas eu resolvi , como sempre , escrever. Eu não resolvi me vestir de preto, não sou viuva para isso, afinal, estou no século XXI! O que seria a representação de um casamento pronto para acabar? Tantos casamentos acabam entre o meio artistico, tantas são as tatuagens de um amor eterno, e quando acaba como fica?
A pele fica machucada por tentar retirar ou apagar aquela tatuagem que na hora foi tudo. A psiquê machucada também! Como a pele, ela tem uma tatuagem estampada. Tantas fantasias não completadas, e de uma hora para outra o seu parceiro perde o encanto.
você se pergunta se está vivendo aquela situação de verdade, porque está grávida, tenta pensar no seu filho, o que será do futuro dele sem um pai, se pergunta se ainda tem chances de arranjar um novo amor com um filho no ventre, porém não dá certo.
Meu coração está entre o que é certo e o que será melhor para mim. Que dilema ! Eu não quero a oportunidade de me martirizar. Eu não nasci para isso.

Achei muito oportuno começar o meu blog com essa página de fundo, pois me lembra do filme que eu assisti "Colcha de Retalhos", que era exatamente essa busca de novo a um passado que muitas vezes não deu certo, mas, mais do que isso, é um filme que passa esperança para todo aquele que o assiste.